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Biografia Vítor Gaspar

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Vítor Gaspar
Um economista, professor universitário e político Português. | A Portuguese economist, university teacher and politician.
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DESCRIÇÃO DO CANDIDATO: 

Vítor Gaspar Biografia

POR:

 

Vítor Louçã Rabaça Gaspar (9 de novembro de 1960) é um economista, professor universitário e, foi entre 21 de Junho de 2011 e 2 de Julho de 2013, Ministro de Estado e das Finanças do XIX Governo Constitucional de Portugal. Em 1 de julho de 2013 foi anunciado o seu pedido de demissão, tendo a pasta das Finanças sido entregue a Maria Luís Albuquerque no dia seguinte.

 

Vida profissional

Vítor Gaspar licenciou-se em Economia pela Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa em 1982, e obteve um Doutoramento em Economia pela Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa em 1988. Foi membro suplente do Comité Monetário Europeu de 1989 e 1998 e representante pessoal do Ministro das Finanças na IGC que conduziu ao Tratado de Maastricht, foi chefe do comité entre 1994 e 1998 e membro do Gabinete de Consultores Políticos da Comissão Europeia de 2005 a 2006. Em Janeiro de 2007, passou a chefiar o departamento.

 

Em Portugal, foi conselheiro especial do Banco de Portugal e director-geral da área de investigação do Banco Central Europeu de Setembro de 1998 até Dezembro de 2004. Também foi Director de Investigação e Estatísticas do Departamento do Banco de Portugal e Director de Estudos Económicos do Ministério das Finanças. Gaspar também é autor científico e publicou vários livros e artigos em revistas cientificas, entre elas Public Choice, European Economic Review, Journal of the European Economic Association e o Journal of Development Economics.

 

Enquanto ministro das finanças, o controlo apertado das finanças públicas, o percurso político, o discurso de austeridade, os seus modos reservados e as suas origens rurais e beirãs, características partilhadas por Salazar, renderam-lhe a alcunha de "Salazarinho" entre os seus colegas do Governo. Coincidentalmente, em época também de crise, os seus poderes têm vindo a ser reforçados, tendo ficado encarregue das verbas dos fundos comunitários do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), antes a cargo do Ministério da Economia e de Álvaro Santos Pereira (passando a integrar uma Comissão de Gestão chefiada por Vítor Gaspar e do qual fazem também parte, por esta ordem, Paulo Portas, Miguel Macedo, Álvaro dos Santos Pereira, Assunção Cristas, Nuno Crato e Pedro Mota Soares).

 

Análise do Financial Times (2012)

Segundo a lista do Financial Times (jornal de economia inglês), publicada pelo sétimo ano consecutivo, dos melhores ministros das finanças das dezanove potências ecónomicas da Europa, Vítor Gaspar, que estava em 18.º lugar em 2011, está agora em 10º lugar, numa lista onde o ministro das finanças alemão, Wolfgang Schäuble, está em primeiro e onde Luis de Guindos, ministro das finanças espanhol, está em último lugar. O ranking tem três critérios: político [onde Gaspar fica em terceiro], crediblidade [onde Gaspar fica em décimo-quinto, apesar dos juros da dívida estarem a descer] e económico [onde fica em penúltimo lugar]. O website do diário inglês diz que Gaspar é como o «tecnocrata sediado em Bruxelas sem experiência política». E Gaspar tem ainda de conseguir que as metas orçamentais para 2013 se tornem realidade, pois há pessimismo entre os especialistas, e ainda de cortar 4 mil milhões de euros adicionais na despesa.

 

fonte

 

 

ENG:

 

Vítor Louçã Rabaça Gaspar (born 9 November 1960) is a former Portuguese Finance Minister and Minister of State, having served from 21 June 2011 until 2 July 2013.

 

Political career

Gaspar was the director-general for research at the European Central Bank for six years. Then he became an adviser to the Bank of Portugal, having been from 2007 director-general at the Bureau of European Policy Advisers (ERI) with the President of the European Commission.

 

He was appointed finance minister in prime minister Pedro Passos Coelho's cabinet on 21 June 2011. In this capacity, Gaspar's policies included a firm intention to accomplish the European Union/IMF-led rescue plan for Portugal's sovereign debt crisis. The rescue plan consisted of widespread tax increases and reforms aimed at better efficiency and rationalized resource allocation in the public sector, in order to reduce the number of unnecessary civil servants and the public sector's chronic overcapacity.

 

As time went on it became increasingly clear that a series of supplementary measures would be taken during the course of the year as a means to restrain an out-of-control budget deficit. These included sharp cuts in spending on state-run healthcare, education and social security systems, along with widespread tax hikes.

 

On 18 October 2011 Gaspar told Portugal's main TV channel RTP1 that the wage cuts imposed on civil servants the previous week in the presentation of the State Budget for 2012 were the only way to avoid a much more painful and complex policy of mass firing of civil servants. He said that if wage cuts were not enforced, it would be necessary to get rid of about 100,000 civil servants immediately (under law, Portuguese civil servants are shielded from unemployment, so a number of special derogations would be needed to achieve this).

 

On 1 July 2013, he resigned and was replaced by Maria Luís Albuquerque, who had been treasury secretary under him. It was reported that he had tried to leave office eight months earlier due to pressure of public opinion. In his resignation letter Gaspar stated that his departure was due to the growing erosion of public support for austerity measures.

 

source

2012-01-09

updated: 2014-07-11

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