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O Partido Nacional Renovador (P.N.R.) é um partido político português nacionalista. | The National Renovator Party is a Portuguese political party.
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POR: O Partido Nacional Renovador (P.N.R.), fundado em 12 de Abril de 2000, é um partido político português nacionalista. O seu lema é Nação e Trabalho e um dos seus objectivos consiste na valorização de um espírito nacionalista português. Entende que nacionalismo é colocar os interesses da Nação acima de quaisquer interesses sectários. É seu presidente José Pinto Coelho, desde Junho de 2005, que já foi, ele próprio, emigrante no Brasil, e é um dos sócios fundadores da Associação das Famílias Numerosas. Secretário: José Pinto Coelho Fundação: 12 de abril de 2000 Ideologia: Nacionalismo ...
para33contra   Eu claramente apoiá-lo. PNR Partido é muito bom. Por exemplo, porque ... (se eu queria escrever porque é bom, eu escrevi isso aqui), positive
para33contra   Oponho-me fortemente. PNR escolha é muito ruim. Por exemplo, porque ... (se eu queria escrever porque é ruim, eu escrevi isso aqui), negative
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Toda a Europa ameaçada: crónica de uma invasão em curso
O Estado Islâmico prevê infiltrar jihadistas em barcos de “migrantes” rumo à Europa. Quem o diz é o Expresso, mas o PNR há muito que alerta para esse perigo, que no nosso entender é já uma realidade. Nunca é demais recordar que nas últimas Eleições Europeias de 2014, o candidato do PNR, Humberto Nuno de Oliveira, voltou a alertar para este perigo muito sério que ameaça o flanco sul da Europa. Agora, num documento escrito em árabe e traduzido num centro britânico antiterrorista, um militante do chamado Estado Islâmico (Daesh) afirma que a Líbia é uma porta de entrada para o sul da Europa. É evidente que não acreditamos que todos os "migrantes" que têm desembarcado na Grécia, em Itália e em Espanha pertençam ao Estado Islâmico, mas não temos dúvidas de que toda a Europa está perante uma invasão disfarçada de imigração e que o resultado não vai ser bom, pois está a ser criado um verdadeiro barril de pólvora. Com efeito, constata-se que são cada ve
Sobre o novo episódio de terror islâmico, ocorrido no passado sábado, em Copenhaga
Perante mais um episódio de violência extremista e cobarde praticado por um indivíduo muçulmano, desta feita na Dinamarca no passado sábado, o Partido Nacional Renovador (PNR): > Salienta uma vez mais que a imigração descontrolada de não-europeus para a Europa, em lugar de dar razão aos que defendem a utopia do multiculturalismo de portas abertas, tem vindo a criar verdadeiros barris de pólvora, privando os povos europeus do elementar direito de viverem em liberdade e segurança nos seus países. Com efeito, as tão propagandeadas "políticas de integração" são uma falácia e um inútil sorvedouro de dinheiros públicos quando se trata de gente oriunda de países com matrizes civilizacionais opostas à nossa e que, por conseguinte, jamais quererá integrar-se numa sociedade que não se reja pelos mesmos princípios que as sociedades desses países. > Culpabiliza as políticas de imigração verdadeiramente suicidas defendidas pelos políticos e intelectuais do “politic
Apontamento do quotidiano | Fevereiro de 2015 (I)
> ASSUNTOS DA QUINZENA > Prossegue na Assembleia da República, o inquérito “para lamentar” do BES. Esta tentativa de transformação do Parlamento numa espécie de Tribunal é um claro atentado ao Estado de Direito. Fez-se o mesmo com o BPN, com o deficit do governo da Madeira. Estes indivíduos deviam estar, isso sim, a prestar declarações em julgamento. Estamos perante um esquema que se quer substituir à verdadeira Justiça, assente em mentiras tão escandalosas que não deixam de nos inquietar. Trata-se de crimes do sistema político institucional, crimes económicos, crimes contra a dignidade da pessoa humana. E existem locais ideais para julgar estes tipos de crimes: chamam-se tribunais. > Em Lisboa, estamos atentos ao processo de desmantelamento de três hospitais centrais – S. José, Desterro e Capuchos -, que a Autarquia quer transformar em condomínios de luxo. Note-se que o tempo de espera nas urgências em S. José é sempre enorme, pelo que seria necessá
A inevitável renegociação da dívida externa
O Presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, assumiu esta semana que a “Tróica” cometeu excessos com os países sob auxílio financeiro, afirmando até que pecou “contra a dignidade dos povos, especialmente na Grécia e em Portugal”. Trata-se tão-somente do Presidente do Eurogrupo à data dos pedidos de resgate. É caso para dizer que, se houve exagero (que bem o sentimos) da parte da Tróica, alguém tem de ser culpabilizado e têm de existir compensações aos países lesados. O que volta a trazer à ribalta a questão da renegociação da dívida portuguesa, que a nosso ver é inevitável. É a sustentabilidade do País e a sua sobrevivência que está em causa, tratando-se de uma questão tão crucial que tem de ser resolvida de pronto, para que cesse o estado de austeridade constante e a precariedade permanente e crescente. Desde 1974 que a dívida pública aumenta. As receitas foram sempre inferiores às despesas, o saldo orçamental foi sempre negativo. H



 
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